17/05/09

Acabou? Não há.

No mundo regrado, eu desregrarei.
No mundo dos sentidos, eu nada sentirei.
Som mixa-se a luz, batida cinestésica.
Idéia cruza-se a sensações, forma patética.

Formo a forma, transcendo os eixos.
Ignoro quem ignora, faço não me queixo.
O jeito dos desajeitados.
O pedido dos desafortunados.

Tempo, forma, cegueira
Sepulto, norma, besteira
Insulto, informa, asneira
Árvore, nozes, aroeira

Eu cego finjo não ver a forma do tempo
Eu postumamente acharei ela desnecessária (não tem sentido pra mim)
Eu insultarei a informação, antes isso a sua formação de asneira
Eu te insiro aqui, não tenhas medo.

Na mente dentro da mente que normalmente não se sente, há quem sabe da existência e mente pra quem tem mente, mas desconhece que há a mente. A primeira é frontal laranja, cor do sol, consigo ver, sentir, remete ao mundo físico. Há também uma parte azul que a cada vez que vou lá mais próximo estou da morte, porém se a morte leva a essa sensação, digna essa é, e saudoso é o prazer provido pelo descobrimento.

O conhecimento que sempre existiu mas você não era capaz de buscar.